Banho de Graca

Ontem foi um dia realmente difícil, um dia daqueles. O trabalho estava pegado, trabalhei até as 23:00, e ainda por cima eu moro longe do trabalho. Durante o caminho eu fui pensando no banho quentinho e relaxante que eu tomaria quando chegasse em casa.

O show de Truman e a Religiosidade

Mês passado eu estava passando os canais na televisão e me deparei com esse filme “O Show de Truman”. O show de Truman é um filme de 1998, eu o assisti na época do lançamento e depois nunca mais tinha visto (isso prova que estou ficando velho).

#006 - Jesus e Nicodemos

Daqui para frente Jesus terá uma série de encontros onde seu objetivo principal será expor os corações das pessoas. E ele começa essa série se encontrando com Nicodemos e durante esse encontro Jesus nos ensina sobre o novo nascimento, nascimento esse que vem do Espírito e não da carne.

#005 - Jesus no Templo

Jesus expulsa os mercadores que estavam no templo, fazendo da graça de Deus um comércio. Nem parece que isso foi escrito a dois mil anos atrás. Jesus muda a visão deles de templo e de graça.

#004 - Deus tem cuidado de nos


Como é maravilhoso ver o cuidado do Senhor Jesus com esse casal no seu casamento em Caná da Galiléia. O vinho tinha acabado, mas o Senhor Jesus usou esse momento para revelar a glória de Deus tirando a vergonha que viria sobre eles e trazendo a verdadeira alegria ali representada pelo vinho. É isso que o Senhor fez por nós na cruz, tirou a vergonha que estava sobre nós e trouxe a verdadeira alegria para as nossas vidas.




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Texto

João 2.1-11



Por seu Reino de amor!

Rodrigo Rezende

O tira pecado


Semana passada conversava com uma pessoa e ela me disse, em meio às lágrimas que o Senhor não a perdoaria, pois o pecado que ela cometeu era muito grave. E por incrível que pareça essa pessoa se diz crente no Senhor Jesus.
Tive a oportunidade de ler para ela João 1.29, as palavras de João Batista ao ver o Senhor Jesus “Vejam! É o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo!”
Algumas considerações sobre essa expressão:

1.    O perdão sempre está associado ao derramamento de sangue “Sem derramamento de sangue não há remissão de pecados” (Hb 9.22). Por isso, no Antigo Testamento, um cordeiro era sacrificado para perdão de pecados.
2.    O salário do pecado é a morte (Rm 6.23). Todos pecamos, então merecemos a morte, e com certeza não merecemos perdão. Mas o presente que recebemos do Senhor é o perdão e isso se chama graça, é de graça, e não depende de boas ações minhas.
3.    João está dizendo que ele é o cordeiro último e único necessário para o perdão dos pecados, não só de um, mas de todos “mas agora, na consumação dos séculos, uma veza por todas se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo.” (Hb 9.26)
4.    Quem tira o pecado é ele e não nós, a nossa tarefa é nos arrependermos “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” (1Jo 1.9)

Sendo assim, não existe pecado que não possa ser perdoado. Declarar que o seu pecado foi muito grande e por isso não pode ser perdoado, faz de Deus muito pequeno.
Não acredite nessa mentira do inimigo, se entregue ao Senhor e deixe que ele te perdoe e te purifique de todo pecado.


Por seu Reino de misericórdia.

Rodrigo Rezende

#003 - Encontrando Jesus


Essa é a terceira mensagem da série "O evangelho em João, o verbo entre nós". Nesse texto vemos que o Senhor Jesus se revela e encontra com as pessoas de formas diferentes, mas todos os encontros são marcantes. Afinal, Ele é o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.



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Texto

João 1.29-51

Por seu Reino!

Rodrigo Rezende

#002 - Eu sou o segundo


Essa é a segunda mensagem da série "O evangelho em João, o verbo entre nós". Nesse texto vemos João Batista dando testemunho de que ele não era o Cristo, nem Elias e nem o profeta, mas que Jesus era o Cristo. O mais interessante nesse texto é ver que João estava tranquilo sendo o segundo, sabendo que ele estava preparando o caminho para o Messias. Importa que ele cresça e eu diminua.



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Texto

João 1.19-28

Por seu Reino!

Rodrigo Rezende

#001 - Deus tem algo velho para voce


Essa é a primeira mensagem de uma série no evangelho de João. Nesse texto João diz ao que vem, relata o motivo de estar escrevendo o evangelho. Ele fala sobre o Senhor Jesus como aquele que possibilita a realidade do propósito de Deus "Uma família de muitos filhos, semelhantes a Jesus, para a honra e glória de Deus Pai".


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Texto

João 1.1-18

Por seu Reino!

Rodrigo Rezende

A missao e a contextualizacao



Algo difícil de falar hoje é sobre contextualização. Os mais tradicionais acham que é um absurdo “é o mundo entrando na igreja”. E aqueles mais saidinhos chegam a contextualizar tanto que o Senhor Jesus fica quase imperceptível dentro da contextualização. Como é possível viver uma vida missional, contextualizando o evangelho sem perder a essência?

Creio que o Senhor nos mostra isso na carta a igreja de Tiatira. Ele começa a carta exaltando as obras daquela igreja, seu amor, sua fé, seu serviço, sua perseverança e o fato deles fazerem mais agora do que no começo, ou seja, estavam avançando.

Mas logo depois ele diz: “contra você tenho isso: você tolera Jezabel” (Ap 2.20). Jezabel, no passado foi a esposa de Acabe rei de Israel. Ela não era do povo de Deus, matava os profetas do Senhor e sustentava os profetas de Baal. Tentou matar Elias, e conspirou para matar Nabote, só porque o rei queria as suas vinhas e ele não queria vender. Tal era sua reputação que foi dito a seu respeito “Nunca existiu ninguém como Acabe que, pressionado por sua mulher Jezabel, vendeu-se para fazer o que o Senhor reprova.” (1Re 21.25)

Mas Jezabel em Tiatira era uma mulher que se dizia profetisa e que com os seus ensinos estava levando os irmãos da igreja naquela cidade, à imoralidade sexual e a comerem alimentos sacrificados aos ídolos.

O que ela fez foi adulterar a Palavra de Deus para acomodá-la aos costumes da sua cultura, pois ali existiam cultos a ídolos que envolviam orgias sexuais. E muitos na igreja se deixaram levar por esses ensinos.

Os problemas que encontramos hoje são os mesmos. Precisamos conhecer e estar inseridos na cultura para, de forma relevante, fazermos o evangelho conhecido no meio daqueles que não conhecem ao Senhor. Mas qual é o limite da contextualização?

Os irmãos em Tiatira extrapolaram esse limite. E muitos hoje extrapolam esse limite. O limite é o evangelho e a glória de Deus. Aquilo que adultera o evangelho já não pode ser contextualizado, consequentemente não glorificará a Deus.

Não podemos deixar que o medo do extrapolar na contextualização nos impeça de cumprir a nossa missão de levar o evangelho na nossa cultura.

Precisamos sim, com o senso de missão aguçado, contextualizar o evangelho à nossa cultura, sem perder a essência que é a glória de Deus.

Já temos tudo o que precisamos, temos o evangelho, temos a salvação em Cristo Jesus e temos o Espírito Santo de Deus em nós “aos demais... que não seguem a doutrina dela... não porei outra carga sobre vocês; tão somente apeguem-se com firmeza ao que vocês têm, até que eu venha.” (Ap 2.24-25)

Por seu Reino que suporta contextualização.

Rodrigo Rezende

Um convite a olhar em volta


Estamos vivendo num tempo de correria, insensibilidade e egoísmo. Mas será que é isso que Deus espera de nós, seus filhos, para esse tempo? Será que não era sobre isso que Paulo pensava quando escreveu Romanos 12.2 “Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.”? Creio que sim.

Então, o meu convite a você hoje, é para que, através do Espírito Santo de Deus e de sua Palavra, você possa ser transformado pela renovação da sua mente, num homem missional. Mas o que é ser missional? Missional é aquele que entende que existe uma missão a cumprir e se esforça com tudo o que tem para levar a bom termo o cumprimento dessa missão.

Vamos olhar para vida de Neemias e extrair princípios valiosos de como ser um homem missional. Para isso é necessário entendermos quem é Neemias e onde ele está.

Neemias era um judeu do exílio e sua família tinha permanecido na Pérsia após a permissão de retorno dada por Ciro. Ele galgou uma alta posição no reino, era copeiro do rei. E nunca tinha estado em Jerusalém, já que havia nascido no cativeiro.

Mas ele olhou em volta, não fixou seus olhos nos seu próprio umbigo, olhou para a realidade de Jerusalém, e percebeu que tinha uma missão a desempenhar.

1. Ele perguntou sobre a cidade.
Neemias estava numa posição confortável, estava bem na fita, era copeiro do rei. Ele poderia muito bem ter continuado com a sua vidinha, sem arrumar problema para a sua cabeça, adquirindo alguns bens e criando sua família.

Mas quando ele viu algumas pessoas que vinham de Jerusalém ele perguntou a elas como estava a cidade. E ouviu daqueles homens que o povo estava passando por grandes dificuldades e que o muro estava derrubado.

Qual foi a última vez que você perguntou sobre a sua cidade, o local que Deus te estabeleceu? Hoje existem várias formas de você perguntar, uma é você se envolvendo com pessoas da cidade e perguntando como está a cidade para elas. Outra é você pesquisar sobre a cidade no google ou em qualquer outro meio de busca.

Mas a grande questão é: você se importa com a sua cidade? Será que você entende que Deus te colocou onde você está com uma missão, de levar o evangelho as pessoas e transformar a realidade da cidade?

2. Ele se sensibilizou com a situação da cidade.
Neemias não só perguntou sobre a cidade como geralmente fazemos com as pessoas: e ai tudo bem? Mas não estamos muito interessados na resposta. Ele quando soube da realidade da cidade se sentou e chorou.

Qual foi a última vez que você chorou por enxergar a realidade da sua cidade? Ou será que já chorou por ela?

O Senhor Jesus ao olhar para a cidade de Jerusalém se compadece “Jerusalém, Jerusalém, você que mata os profetas e apedreja os que lhe são enviados! Quantas vezes que quis reunir os seus filhos, como a galinha reúne seus pintinhos debaixo das suas asas, mas vocês não quiseram.” Mt 23.37

3. Ele orou pela cidade.
Ao ver a situação de Jerusalém e do povo que lá estava Neemias se lamenta, jejua e ora ao Senhor.

Quando é que nos reunimos para orar pela nossa cidade? Na maioria das vezes nos reunimos para orar por nós mesmos, nossos problemas, nossas enfermidades. Quando muito, pedimos oração por alguém que conhecemos ou algum familiar.

Quando ele ora ele se coloca como pecador junto com o seu povo. Será que temos nos identificado com o nosso povo? Ou simplesmente colocamos a culpa dos pecados da cidade nos não crentes?

4. Ele agiu para a restauração da cidade.
Ele não só orou, mas agiu. Ele foi perante o rei, e quando esse perguntou o que ele tinha ele disse do lamento dele pela cidade e da sua vontade de ir até lá e reconstruir os muros físicos e espirituais daquela cidade. E o rei atendeu o seu pedido.

O que nós temos feito para restaurar as nossas cidades? Será que temos nos envolvido com os problemas sociais das nossas cidades? Ou será que estamos tão atarefados com os nossos programas e dilemas que não conseguimos levantar a cabeça e olhar ao nosso redor?

Que possamos viver vidas missionais, olhando ao nosso redor, enxergando a realidade, nos livrando da insensibilidade e nos envolvendo com a missão que Deus nos deu na nossa cidade.

Por seu Reino de missão

Rodrigo Rezende

Por que odeio a Religiao


Simples e objetivo, esse é o evangelho. Vale cada segundo.



Por seu Reino de relacionamento!

Rodrigo Rezende

Devocao, nossa plataforma de lancamento!




Sou pastor, não porque fui ordenado num concilio (e por incrível que pareça eu fui), mas porque o Senhor me chamou. Mas por que estou dizendo isso? Porque se espera muito de um pastor. Um pouco por causa da visão errada de que o pastor é o cara que faz tudo, que faz a igreja andar, um pouco porque o pastor também gosta de ser o centro das atenções, e eu falo isso na condição de pastor.


Mas por muitas vezes, nem o mínio que se espera de um pastor, a sua devoção ao Senhor, é característica notória em sua vida. Parece que as pessoas não veem a devoção como a característica principal de um pastor. Elas esperam que o pastor seja simpático, um bom orador, uma pessoa que toma decisões rápidas, um bom líder e etc.


Mas isso não é nada sem piedade “De fato, a piedade com contentamento é grande fonte de lucro” (1Tm 6.6).


Em parte, eu creio que isso é culpa da igreja. Nós procuramos pastores de forma errada, a devoção, se está listada entre as características de um pastor, está entre as últimas, provando assim que não nos preocupamos muito com isso, nos preocupamos mais com eloquência e um bom currículo.


Por algum tempo eu me afastei dessa prática. Lia Bíblia para preparar sermão, ou estudo, orava durante as refeições e antes de dormir. Mas o Senhor me incomodou a voltar ao relacionamento profundo e sadio com ele. E vou te dizer uma coisa, não existe nada melhor do que isso, nada melhor do que estar próximo ao Senhor.


Não existe nenhuma regra mágica, nem objeto ungido, nem 10 passos, nem é preciso pagar por isso, basta buscar o Senhor como no verso da cantiga “leia a Bíblia e faça oração se quiser crescer”.


Se você está lendo esse artigo e entende que não tem uma vida devocional com o Senhor, ou que teve e por muito tempo isso ficou para trás, pare agora de ler e se ajoelhe, peça perdão a Deus, e reate o seu relacionamento com ele.


Se assim o fez, se prepare para ser lançado, não em um ministério astronomicamente conhecido, não em fama e dinheiro, nem em mega igrejas, mas nos braços do Pai.


“Devoção é a nossa plataforma de lançamento” essa frase não é minha, ouvi do meu amigo João Costa numa conversa. Meu amigo obrigado pelas conversas e que possamos ser lançados nos braços do Pai através da devoção, abraço.

Por seu Reino de devoção!

Rodrigo Rezende

Abaixo a informalidade



Acredito que eu esteja desatualizado, mas só ontem fiquei sabendo da existência de um sindicato de pastores. Deus me levou a uma reunião onde eu pude conhecer alguns homens e mulheres de Deus que compartilharam sobre isso comigo.
Sindicato é uma agremiação fundada para defender os interesses comuns dos seus membros. Entre os interesses do sindicato dos pastores estão:
1.    Carteira assinada.
2.    13 salário.
3.    Férias.
4.    Piso salarial.
Não sou contra a valorização do pastor, mas creio que o ministério é um chamado e não uma profissão, meu receio é que o ministério acabe sendo profissionalizado.
Mas o que mais me preocupou não foi isso, foi saber do interesse do sindicato em aumentar cada vez mais o número de membros ao mesmo tempo em que tenta acabar com a informalidade, ou seja, eles não aceitam pastores de novos ministérios, só aqueles que são vinculados a igrejas históricas, na verdade, desencorajam o pastoreio desse tipo de comunidade.
A igreja está paulatinamente se aproximando do estado, acabando com essa separação na qual tantos, por tantos anos, lutaram para conseguir. O estado quer acabar com os empregos informais e parece que o sindicato de pastores também, quer acabar com os pastores e as igrejas informais.
Mas o que é ser informal? Etimologicamente significa "sem forma". E por que tanta briga por causa de forma? Sinceramente eu não sei, mas sei que muitas brigas e muitas divisões ocorrem por causa da forma.
O problema da forma é que ela também é uma forma (de gelo por exemplo), ou seja, ela sempre limita o que está dentro dela. O que faremos então, não teremos forma? Claro que teremos, até porque é impossível não ter uma forma. Mas não vamos colocar o valor na forma e sim no conteúdo.
O conteúdo é o evangelho e ele não tem como ser enclausurado em uma forma, as formas são meios, ferramentas pelas quais o evangelho é transmitido e vivido. Creio que muitos dos que se intitulam informais são os mais apegados à forma. O objetivo é ter uma forma que representa os princípios bíblicos, mas não se limitar a essa forma e estar sempre pronto a reavaliar se a forma usada está comunicando no tempo em que vivemos.
Infelizmente muita briga é travada por forma, um ou dois cultos no domingo, horário de EBD, se pode bater palmas ou não no louvor, se levanta a mão ou não, enquanto isso o evangelho vai ficando em segundo plano.
Fui muito impactado pela letra dessa música do João Alexandre:
Enquanto o domingo ainda for nosso dia sagrado,
E em nome de Deus se deixar os feridos de lado.
Enquanto o pecado ainda for tão somente um pecado.
Vivido, sentido, embutido, espremido e pensado.
Enquanto se canta e se dança de olhos fechados
Tem gente morrendo de fome por todos os lados.
O Deus que se canta nem sempre é o Deus que se vive, não
Pois Deus se revela, se envolve, resolve e revive
Não tem jeito não, não tem jeito não."

            A mensagem que levamos é muito maior do que qualquer forma ou instituição.

Por seu Reino de unidade!

Rodrigo Rezende