Banho de Graca

Ontem foi um dia realmente difícil, um dia daqueles. O trabalho estava pegado, trabalhei até as 23:00, e ainda por cima eu moro longe do trabalho. Durante o caminho eu fui pensando no banho quentinho e relaxante que eu tomaria quando chegasse em casa.

O show de Truman e a Religiosidade

Mês passado eu estava passando os canais na televisão e me deparei com esse filme “O Show de Truman”. O show de Truman é um filme de 1998, eu o assisti na época do lançamento e depois nunca mais tinha visto (isso prova que estou ficando velho).

#006 - Jesus e Nicodemos

Daqui para frente Jesus terá uma série de encontros onde seu objetivo principal será expor os corações das pessoas. E ele começa essa série se encontrando com Nicodemos e durante esse encontro Jesus nos ensina sobre o novo nascimento, nascimento esse que vem do Espírito e não da carne.

#005 - Jesus no Templo

Jesus expulsa os mercadores que estavam no templo, fazendo da graça de Deus um comércio. Nem parece que isso foi escrito a dois mil anos atrás. Jesus muda a visão deles de templo e de graça.

O show de Truman e a Religiosidade


Mês passado eu estava passando os canais na televisão e me deparei com esse filme “O Show de Truman”. O show de Truman é um filme de 1998, eu o assisti na época do lançamento e depois nunca mais tinha visto (isso prova que estou ficando velho).

O filme conta a história de um homem Truman Burbank, que desde o seu nascimento foi filmado em um reality show sem saber. Depois de um certo tempo ele começa a desconfiar e tenta sair da cidade fictícia “Seahaven”, um cenário criado dentro de um enorme domo e povoada pelos atores e a equipe do programa.

Truman, mesmo traumatizado pelo mar, entra em um veleiro e vai navegando tentando sair daquela cidade. O produtor do show Cristof tenta de tudo para impedi-lo, mas sem sucesso. Até que ele chega ai final do domo e bate numa parede. Então, começa a caminhar até achar uma porta.

Quando ele vai sair da cidade o produtor fala com ele que a realidade era muito dura e que nada se comparava com aquela cidade que ele tinha construído especificamente para ele, e que ele não teria coragem de sair pela porta. E o filme termina com ele saindo.

Fiquei emocionado ao rever esse filme. Não por causa do filme em si, mas porque no mesmo momento surgiu em minha mente uma comparação com o filme, o mundo fictício criado pela religiosidade.

A religiosidade é o homem tentando se aproximar de Deus e o evangelho é Deus se aproximando do homem. A primeira vista pode parecer a mesma coisa, mas são duas coisas totalmente diferentes, na verdade totalmente opostas.

A religiosidade cria para o homem um mundo totalmente volta para ele, como era o de Truman. Isso gera um falso sentimento de segurança. Segurança por ter o nome no rol de membros, por dar o dizimo, por participar dos cultos, ir a E.B.D., ou seja, estou fazendo a minha parte.

Mas o evangelho não está vinculado a essas coisas, você pode continuar fazendo tudo isso, mas não para ganhar pontos com Deus, ou se sentir seguro, mas em gratidão por tudo que Deus fez e pela graça dele na sua vida.

O pior é que muitos até chegam até a porta de saída da religiosidade, mas quando ouvem a voz falando sobre a segurança que a religiosidade trás, não têm coragem de atravessá-la. Principalmente por não entenderem como viver pela graça. Têm medo do desconhecido, do viver sem ser baseado no mérito próprio.

Que a igreja se levante, e confiante na graça do Senhor Jesus, possa atravessar as portas da escravidão da religiosidade para liberdade da graça. Graça essa que nos impulsiona a uma vida de santidade e gratidão.

“Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie.” (Ef 2.8-9)


Por seu Reino de graça!

Rodrigo Rezende

#007 - Jesus, o amor de Deus


"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna" (Jo 3.16). Para a maioria de nós esse foi o primeiro versículo decorado, mas sera que realmente entendemos o tamanho do amor de Deus por nós? Nesse texto veremos que para entender o tamanho do amor de Deus por nós, precisamos entender o tamanho da ofensa que nosso pecado é para Deus.



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Texto

João 3.16-21


Por seu Reino de Amor!

Rodrigo Rezende

#006 - Jesus e Nicodemos


Daqui para frente Jesus terá uma série de encontros onde seu objetivo principal será expor os corações das pessoas. E ele começa essa série se encontrando com Nicodemos e durante esse encontro Jesus nos ensina sobre o novo nascimento, nascimento esse que vem do Espírito e não da carne.



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Texto

João 3.1-15


Por seu reino de encontros!

Rodrigo Rezende


#005 - Jesus no Templo


Jesus expulsa os mercadores que estavam no templo, fazendo da graça de Deus um comércio. Nem parece que isso foi escrito a dois mil anos atrás. Jesus muda a visão deles de templo e de graça.



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Texto

João 2.12-25

#004 - Deus tem cuidado de nos


Como é maravilhoso ver o cuidado do Senhor Jesus com esse casal no seu casamento em Caná da Galiléia. O vinho tinha acabado, mas o Senhor Jesus usou esse momento para revelar a glória de Deus tirando a vergonha que viria sobre eles e trazendo a verdadeira alegria ali representada pelo vinho. É isso que o Senhor fez por nós na cruz, tirou a vergonha que estava sobre nós e trouxe a verdadeira alegria para as nossas vidas.




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Texto

João 2.1-11



Por seu Reino de amor!

Rodrigo Rezende

O tira pecado


Semana passada conversava com uma pessoa e ela me disse, em meio às lágrimas que o Senhor não a perdoaria, pois o pecado que ela cometeu era muito grave. E por incrível que pareça essa pessoa se diz crente no Senhor Jesus.
Tive a oportunidade de ler para ela João 1.29, as palavras de João Batista ao ver o Senhor Jesus “Vejam! É o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo!”
Algumas considerações sobre essa expressão:

1.    O perdão sempre está associado ao derramamento de sangue “Sem derramamento de sangue não há remissão de pecados” (Hb 9.22). Por isso, no Antigo Testamento, um cordeiro era sacrificado para perdão de pecados.
2.    O salário do pecado é a morte (Rm 6.23). Todos pecamos, então merecemos a morte, e com certeza não merecemos perdão. Mas o presente que recebemos do Senhor é o perdão e isso se chama graça, é de graça, e não depende de boas ações minhas.
3.    João está dizendo que ele é o cordeiro último e único necessário para o perdão dos pecados, não só de um, mas de todos “mas agora, na consumação dos séculos, uma veza por todas se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo.” (Hb 9.26)
4.    Quem tira o pecado é ele e não nós, a nossa tarefa é nos arrependermos “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” (1Jo 1.9)

Sendo assim, não existe pecado que não possa ser perdoado. Declarar que o seu pecado foi muito grande e por isso não pode ser perdoado, faz de Deus muito pequeno.
Não acredite nessa mentira do inimigo, se entregue ao Senhor e deixe que ele te perdoe e te purifique de todo pecado.


Por seu Reino de misericórdia.

Rodrigo Rezende

#003 - Encontrando Jesus


Essa é a terceira mensagem da série "O evangelho em João, o verbo entre nós". Nesse texto vemos que o Senhor Jesus se revela e encontra com as pessoas de formas diferentes, mas todos os encontros são marcantes. Afinal, Ele é o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.



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Texto

João 1.29-51

Por seu Reino!

Rodrigo Rezende

#002 - Eu sou o segundo


Essa é a segunda mensagem da série "O evangelho em João, o verbo entre nós". Nesse texto vemos João Batista dando testemunho de que ele não era o Cristo, nem Elias e nem o profeta, mas que Jesus era o Cristo. O mais interessante nesse texto é ver que João estava tranquilo sendo o segundo, sabendo que ele estava preparando o caminho para o Messias. Importa que ele cresça e eu diminua.



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Texto

João 1.19-28

Por seu Reino!

Rodrigo Rezende

#001 - Deus tem algo velho para voce


Essa é a primeira mensagem de uma série no evangelho de João. Nesse texto João diz ao que vem, relata o motivo de estar escrevendo o evangelho. Ele fala sobre o Senhor Jesus como aquele que possibilita a realidade do propósito de Deus "Uma família de muitos filhos, semelhantes a Jesus, para a honra e glória de Deus Pai".


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Texto

João 1.1-18

Por seu Reino!

Rodrigo Rezende

A missao e a contextualizacao



Algo difícil de falar hoje é sobre contextualização. Os mais tradicionais acham que é um absurdo “é o mundo entrando na igreja”. E aqueles mais saidinhos chegam a contextualizar tanto que o Senhor Jesus fica quase imperceptível dentro da contextualização. Como é possível viver uma vida missional, contextualizando o evangelho sem perder a essência?

Creio que o Senhor nos mostra isso na carta a igreja de Tiatira. Ele começa a carta exaltando as obras daquela igreja, seu amor, sua fé, seu serviço, sua perseverança e o fato deles fazerem mais agora do que no começo, ou seja, estavam avançando.

Mas logo depois ele diz: “contra você tenho isso: você tolera Jezabel” (Ap 2.20). Jezabel, no passado foi a esposa de Acabe rei de Israel. Ela não era do povo de Deus, matava os profetas do Senhor e sustentava os profetas de Baal. Tentou matar Elias, e conspirou para matar Nabote, só porque o rei queria as suas vinhas e ele não queria vender. Tal era sua reputação que foi dito a seu respeito “Nunca existiu ninguém como Acabe que, pressionado por sua mulher Jezabel, vendeu-se para fazer o que o Senhor reprova.” (1Re 21.25)

Mas Jezabel em Tiatira era uma mulher que se dizia profetisa e que com os seus ensinos estava levando os irmãos da igreja naquela cidade, à imoralidade sexual e a comerem alimentos sacrificados aos ídolos.

O que ela fez foi adulterar a Palavra de Deus para acomodá-la aos costumes da sua cultura, pois ali existiam cultos a ídolos que envolviam orgias sexuais. E muitos na igreja se deixaram levar por esses ensinos.

Os problemas que encontramos hoje são os mesmos. Precisamos conhecer e estar inseridos na cultura para, de forma relevante, fazermos o evangelho conhecido no meio daqueles que não conhecem ao Senhor. Mas qual é o limite da contextualização?

Os irmãos em Tiatira extrapolaram esse limite. E muitos hoje extrapolam esse limite. O limite é o evangelho e a glória de Deus. Aquilo que adultera o evangelho já não pode ser contextualizado, consequentemente não glorificará a Deus.

Não podemos deixar que o medo do extrapolar na contextualização nos impeça de cumprir a nossa missão de levar o evangelho na nossa cultura.

Precisamos sim, com o senso de missão aguçado, contextualizar o evangelho à nossa cultura, sem perder a essência que é a glória de Deus.

Já temos tudo o que precisamos, temos o evangelho, temos a salvação em Cristo Jesus e temos o Espírito Santo de Deus em nós “aos demais... que não seguem a doutrina dela... não porei outra carga sobre vocês; tão somente apeguem-se com firmeza ao que vocês têm, até que eu venha.” (Ap 2.24-25)

Por seu Reino que suporta contextualização.

Rodrigo Rezende